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Júlia Trevas

Algo canta, algo canta eterno nessa densa névoa. 

Escritora nascida em 1996 na cidade de Campina Grande na Paraíba. Cursa Letras/Inglês na UEPB e teve como sua primeira publicação oficial o poema Eu não sou Edgar Allan Poe, pela editora Vivara no prêmio Sarau Brasil - concurso nacional Novos Poetas 2017.
Nos anos seguintes participou na antologia poética Palavra é Arte, pela editora Palavra é Arte e na Sedentos por sangue, com o conto O segredo do Obelisco, uma antologia de contos vampirescos da editora Coerência.
Possui um livro de ficção escrito e outros projetos literários, dentre eles, seu primeiro livro de poesia pela editora Círculo Soturnos.
Começou a escrever pequenos textos que foram se transformando ao longo do tempo desde os 12 anos, e entre suas maiores influências na escrita do terror encontram-se H. P. Lovecraft e Edgar Allan Poe. 
Apaixonada pelo Romantismo, criaturas mitológicas, folclores, lendas e antiguidades, sua escrita reflete por vezes a melancolia e reflexões existenciais.
Enigmática, possui uma visão idealizada, habitando com poesia seus pensamentos sobre o mundo.

Autora dos livros "Elegia" (Círculo Soturnos - 2019) e "O reflexo do espantalho" (Círculo Soturnos - 2021).

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