Cemitérios de Sangue


O céu em mar

Ousa me atormentar.

Santos dormem ao som

Das badaladas do meu sangue.

Não tenho amores sanguíneos

Mas uma morta em formol

No túmulo da minha cama.


O céu em mar

Ousa me persuadir.

Mártires das Trevas

Me identificam Vampiro

Sem luas...

...Mas ouso sim!

Invocar o céu em mar.

Nessa noite augusta minha fé

É acalanto dos cemitérios